Cultura & História
A Cidade Proibida, os guerreiros de terracota em Xi’an, os palácios de verão e a Muralha. Vinte e quatro séculos de construção que continuam de pé, e metrópoles como Pequim e Xangai que convivem com hutongs e mercados de bairro.
Uma muralha que atravessa montanhas, cidades do tamanho de países e uma história que se conta em milênios.
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A Cidade Proibida, os guerreiros de terracota em Xi’an, os palácios de verão e a Muralha. Vinte e quatro séculos de construção que continuam de pé, e metrópoles como Pequim e Xangai que convivem com hutongs e mercados de bairro.
A cozinha muda por completo de província para província: o pato em Pequim, o apimentado de Sichuan, o dim sum cantonês. As casas de chá, de Yunnan a Chengdu, são um capítulo à parte.
Os picos de Zhangjiajie, os arrozais em terraços de Yunnan, o rio Li em Guilin e o deserto de Gobi. A geografia chinesa muda tanto quanto a de um continente.
A China é grande demais para uma estação só: o norte gela no inverno e o sul é subtropical. Primavera e outono são as janelas que funcionam em quase todo o território.
Temperaturas amenas no norte e no centro, com jardins em flor e menos chuva que no verão. Uma das duas melhores épocas para um roteiro que cruza o país.
Calor e umidade altos no leste e no sul, com chuvas frequentes. Compensa nas montanhas e no oeste, onde o verão é a única estação acessível.
Céu limpo, temperaturas confortáveis e as cores da estação em Pequim e nas montanhas. É a janela mais estável do ano.
O norte fica rigoroso, com neve e temperaturas negativas, e o sul segue ameno. É a época do Ano-Novo Chinês, quando o país inteiro viaja e tudo precisa ser reservado antes.