Cultura & História
Gizé, Sacará, Luxor, Karnak, Vale dos Reis, Abu Simbel. Um conjunto que continua sendo escavado e que hoje tem no Grande Museu Egípcio o seu novo centro.
Cinco mil anos de construção às margens de um rio que ainda organiza o país.
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Gizé, Sacará, Luxor, Karnak, Vale dos Reis, Abu Simbel. Um conjunto que continua sendo escavado e que hoje tem no Grande Museu Egípcio o seu novo centro.
A mesa egípcia é de mercado e de rua: koshari, fuul, grelhados e o pão saído do forno a cada hora. Nos cruzeiros e nos hotéis de Luxor e Assuã ela aparece em versão mais formal, com o Nilo do lado.
O Nilo organiza o país, e boa parte dele se vê melhor da água: os cruzeiros entre Luxor e Assuã ligam os templos sem estrada. No Mar Vermelho, os recifes de El Gouna, Marsa Alam e do Sinai estão entre os melhores do mundo para mergulho.
O Egito se visita bem de outubro a abril. No verão, Luxor e Assuã passam dos 45 graus e o roteiro histórico fica inviável durante o dia.
Clima seco e temperaturas confortáveis, com noites frias no deserto. É a época em que os templos se visitam sem sofrimento.
Ainda praticável, mas o calor começa a subir no sul e o khamsin, o vento de areia, pode aparecer.
Calor extremo no sul, acima dos 45 graus. O Mar Vermelho segue funcionando, com os melhores preços do ano.
A costa tem temporada o ano inteiro, com água entre 22 e 28 graus. O inverno é mais ventoso; o verão, mais quente.