Cultura & História
Marrakech, Fez, Chefchaouen. Cidades muradas com souks, medersas e riads, casas de pátio interno que hoje recebem hóspedes.
Medinas que não mudaram de traçado em séculos, o deserto a um dia de estrada e uma hospitalidade que organiza o dia.
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Marrakech, Fez, Chefchaouen. Cidades muradas com souks, medersas e riads, casas de pátio interno que hoje recebem hóspedes.
Tagine e cuscuz de sexta-feira, o pão assado no forno do bairro e as bancas de especiaria que organizam o souk. Nos riads o jantar é servido no pátio, e muitos deles dão aula de cozinha pela manhã.
Do Alto Atlas às dunas de Erg Chebbi, com vilarejos berberes, gargantas de rocha e noites em acampamento no deserto. Na costa, Essaouira e Taghazout trazem vento constante e um ritmo completamente diferente do interior.
O Marrocos é melhor na primavera e no outono: o verão do interior passa dos 40 graus e o inverno fecha as passagens do Atlas.
A melhor época do ano: temperatura agradável no interior, deserto ainda acessível e vales floridos.
Calor intenso em Marrakech e no deserto, com 40 graus ou mais. A costa atlântica segue fresca e vira o refúgio do país.
Segunda melhor janela: o calor cede, o deserto volta a ser confortável e as cidades ficam menos cheias.
Dias amenos e noites frias, com neve no Atlas. Boa época para as cidades; o deserto pede roupa de frio à noite.