Cultura & História
Machu Picchu, o Vale Sagrado, Ollantaytambo e a própria Cusco. Um conjunto arqueológico ainda em estudo, que se atravessa a pé, de trem ou em trilhas de vários dias.
Cidadelas incas, vales a quatro mil metros e uma cozinha que virou destino por si só.
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Machu Picchu, o Vale Sagrado, Ollantaytambo e a própria Cusco. Um conjunto arqueológico ainda em estudo, que se atravessa a pé, de trem ou em trilhas de vários dias.
Lima é hoje uma das capitais gastronômicas do mundo, mas a cozinha peruana começa nos mercados: batatas em dezenas de variedades, milho, peixe do Pacífico e a influência japonesa e chinesa.
Do lago Titicaca ao cânion do Colca e da selva de Tambopata às dunas de Huacachina, o país muda de clima e de paisagem em poucas horas de estrada.
No Peru o que conta não é a estação, é a chuva. A seca, de maio a setembro, é a época das trilhas e do céu aberto; as chuvas, de dezembro a março, fecham alguns caminhos.
A melhor época para os Andes: céu limpo, trilhas abertas e as noites mais frias do ano. É também a alta temporada: Machu Picchu e a Trilha Inca pedem reserva com meses de antecedência.
Entre as duas estações: paisagem ainda verde, chuvas esparsas e bem menos gente. Costuma ser o melhor equilíbrio da viagem.
As chuvas se concentram na tarde e deixam os vales verdes. A Trilha Inca fecha em fevereiro para manutenção, mas Machu Picchu segue aberta e a costa vive o seu verão.
Lima tem garoa e céu cinzento de junho a novembro e sol de dezembro a abril. Na Amazônia chove o ano inteiro; o que muda é o nível dos rios.