Cultura & História
Bangkok, Ayutthaya, Chiang Mai. Um budismo vivo, com monges, oferendas e festivais que organizam o calendário, e um patrimônio que vai de ruínas do século XIV a templos cobertos de ouro.
Templos dourados no meio da cidade, ilhas de água morna e uma das cozinhas mais generosas do mundo.
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Bangkok, Ayutthaya, Chiang Mai. Um budismo vivo, com monges, oferendas e festivais que organizam o calendário, e um patrimônio que vai de ruínas do século XIV a templos cobertos de ouro.
Da banca de rua ao restaurante premiado, a comida tailandesa equilibra doce, ácido, salgado e picante. Cada região tem a sua: o norte é mais suave, o nordeste mais intenso, o sul mais forte no coco.
Duas costas com temporadas opostas: o Andaman a oeste, o Golfo a leste. Há sempre uma parte do país com mar calmo, qualquer que seja o mês. No norte, a paisagem vira montanha e floresta em torno de Chiang Mai.
A Tailândia tem três estações, e as duas costas não seguem o mesmo calendário. É isso que permite viajar bem em quase qualquer mês, desde que a rota acompanhe o clima.
A melhor janela do ano: menos chuva, umidade baixa e temperaturas agradáveis no país inteiro. É também a alta temporada, com preços e movimento mais altos.
Calor forte, sobretudo em abril, quando acontece o Songkran, o ano-novo tailandês. As ilhas seguem ótimas e as cidades pedem uma programação mais leve durante o dia.
As chuvas vêm em pancadas curtas, quase sempre à tarde, e deixam a paisagem verde. É a baixa temporada, com os melhores preços; a costa do Golfo costuma sofrer menos.
Enquanto Phuket e Krabi enfrentam as monções, Koh Samui e o Golfo costumam estar secos, e o inverso vale para outubro e novembro. A escolha da ilha depende do mês.